Temas
Agitando
Amador - Gente como a gente
AnalZero na área
Backup do SomosG0ys
Bromance
Campanha
Cartoon
Casados
Celebridades
Cenas da TV
Curiosidades
Doug na área
Dr. Pedro na área
Flagrantes
Fotos
G-zero-y E Espiritualidade
G-zero-y na Ciência
G-zero-y na Web
G-zero-y no Cinema
G-zero-y no teatro
G-zero-y nos Jornais
Héteros modernos
Humor
Joseph Campestri na área
Links
Luta
Masculinidade
Matérias
Movimento gØy
Nillo na área
Oposição aos conceitos
Papo 10 é g0y
Saúde
Turma de amigos
Vídeos
Vídeos curtos < 10 min
Youtuber
Zoações
domingo, 15 de outubro de 2017
sexta-feira, 29 de setembro de 2017
Campanha em páginas de Redes Sociais da Alemanha
Tradução:
Logo/Emblema
Dillon
Eu estou pansexual
Eric
Eu estou heterogoy
Justin
Eu estou homossexual
Paul
Eu estou Heteropurista
Todos nós somos amigos
segunda-feira, 25 de setembro de 2017
terça-feira, 12 de setembro de 2017
O que é g0y segundo o Wikipédia. E um pouco de história.
Desde 2015 o Wikipédia atualizou o verbete g0y (g-zero-y) como parte da sua enciclopédia on-line.
Segundo o Wikipédia as Caractéristicas Gerais do movimento g0y são:
O Movimento G0y, se caracteriza por alguns fatores de identificação:
- Um homem G0y [1] pode beijar outro homem na boca, masturbá-lo, praticar gouinage, trocar carícias e em alguns casos, praticar sexo oral (felação);
- Não é incentivada a prática de sexo anal com outros Homens, pois para o movimento G0y esta prática é homossexual (ou seja, caracteriza o comportamento gay);
- Também se relacionam com o sexo oposto, sendo que praticam sexo (penetrativo) somente com mulheres;
- Existem g0ys que são homoafetivos exclusivos (alguns considerados próximos do comportamento assexual);
- Alguns G0ys se consideram "Hétero-G0ys" (ou "heterogoys" em uma versão de amálgama brasileira) e assim se consideram ser uma forma intermediária[2] entre a heterossexualidade e a homossexualidade.
- Uma nomenclatura bem vista pelo movimento G0y é a de que eles seriam "héteros liberais"[3] ou "heteroflex" (abreviatura de hetero flexível).
- G0y não é uma orientação sexual, mas uma identidade sexual baseada, sobretudo, no comportamento e na atitude masculina[4]
(1) O que é g0y segundo Site da Faculdade de Comunicação da Universidade Federal de Goiás [https://webnoticias.fic.ufg.br/n/69097-g0ys-homens-que-preferem-homens-mas-nao-se-dizem-gays]
(2) O que é o movimento g0y segundo site Gay - LGBT de Portugal [ http://www.ptgay.net/blog/ja-conhece-o-movimento-g0y-descubra-o-que-e/ ]
(4) Artigo científico sobre o tema discutindo a nova identidade de gênero. Disponível no Portal Scielo [ http://www.scielo.edu.uy/scielo.php?pid=S1688-70262017000100199&script=sci_arttext ]
OK,
Nenhuma crítica nesse sentido...
Gostaria apenas de me concentrar na frase que também consta no Wikipédia na introdução do termo:
Provavelmente muitos devem ficar com uma interrogação quanto a Gimmel-Yod ?? o que é isso?

No entanto essa é a origem do termo g0y.
Ou seja, o g0y ou gØy, derivado do código g-zero-y ou ainda g-y.
Portanto antes de se pronunciar 'gói' , o som mais comum e praticamente hegemônico hoje no Brasil, ou ainda 'diziroai' ainda comum no idioma inglês, além destas pronúncias, o som 'gimol-iad' era corriqueiro, bem como, até mesmo não haver som e apenas estampar do código גי como forma de identificação entre os homoeróticos gays zeros e, também, para as esposas dos homens heterogoys que os apoiam, como em exemplo do casal inter-racial ilustrado.
OK,
Nenhuma crítica nesse sentido...
Gostaria apenas de me concentrar na frase que também consta no Wikipédia na introdução do termo:
"O código GØy e o seu significado homoerótico tornaram-se de conhecimento público apenas após os anos 2000 e não podem se confundir com a palavra Gói ou Goy, com a letra 'O' entre o "G" e o "Y", que vem de גוי do Hebraico Bíblico, enquanto g0y vem de גי (gimmel-yod), transliterado para g-y."
Provavelmente muitos devem ficar com uma interrogação quanto a Gimmel-Yod ?? o que é isso?

No entanto essa é a origem do termo g0y.
Ou seja, o g0y ou gØy, derivado do código g-zero-y ou ainda g-y.
A inclusão do zero no lugar do hífen veio com o portal g0ys.org justo para marcar a questão do zero anal, ou ainda do gay-zero. Mas antes disso a forma da escrita era G-Y (G da letra ג Gimmel do hebraico e Y da letra י yod do hebraico transliterado).
Portanto antes de se pronunciar 'gói' , o som mais comum e praticamente hegemônico hoje no Brasil, ou ainda 'diziroai' ainda comum no idioma inglês, além destas pronúncias, o som 'gimol-iad' era corriqueiro, bem como, até mesmo não haver som e apenas estampar do código גי como forma de identificação entre os homoeróticos gays zeros e, também, para as esposas dos homens heterogoys que os apoiam, como em exemplo do casal inter-racial ilustrado.
Um pouco de história para esticar mais a frase constante do Wikipédia e também explicar um pouco mais as origens do termo que hoje muitos homens adotam para si enquanto identidade erótica.
quinta-feira, 31 de agosto de 2017
sábado, 12 de agosto de 2017
COMO COMEÇOU O MOVIMENTO G0Y NO BRASIL
– A palavra g0y g-zero-y na
verdade era um código secreto criado para só quem fosse da agremiação
(fraternidades lá dos EUA), soubessem que lá na irmandade (grupo fechado), estava liberado e
aceito o toque e a interação erótica entre homens e só eles da turma saberiam o
que era isso.
O movimento começou quando o que
era secreto se tornou público, isso aconteceu com o site judaico-americano
g0ys.org e de lá pra cá, se espalhou pelo mundo e acabou chegando
também ao Brasil.
No Brasil, diferente dos EUA o movimento é mais de inclusão do que se
fechar em grupos isolados (Também chamados de Frats). Aqui no Brasil começou em
2011 com três pessoas – Edu (Heterossexual), Master Fratman (Bissexual) e
Joseph Campestri (Homossexual), os três
blogueiros até hoje não se conhecem pessoalmente, mas com essa atitude de
começar, provaram desde lá do comecinho que o g-zero-y, não tem a ver com
orientação sexual, é muito mais atitude e postura perante a vida.
Obviamente, que após conhecerem o conceito, o antes bisex ativo e o
heteropurista, ambos hoje se consideram heterogoys. E Joseph Campestri hoje é
g0y homoerótico, ele é Paraense e é também autor da bandeira g0y hoje adotada
internacionalmente (Eh Brasil faz algo decente às vezes!!).
Apesar de começar o movimento no Brasil em 2011, o crescimento de fato se deu em 2014 com a
criação do site heterogoy que era e é mantido no ar com doações (AJUDE a manter o site no ar, DOE VOCÊ TAMBÉM!), e justo por causa do
site o movimento aumentou em adeptos e repercussão, ao desobrigar assim as pessoas saberem inglês para conhecer o que era
heterogoy (Str8 na sigla americana), uma vez já em português, o conteúdo chegou a
imprensa e por causa da mídia provocou um imenso reboliço.
A primeira matéria ocorreu com um furo de reportagem de uma estagiária
do Jornal O Extra, que logo foi
efetivada na carreira. Em poucos dias o tema g0y, ganhou praticamente
todos os grandes jornais do País – o Globo, inclusive, e rendendo mais 4 dias de reportagens no próprio Jornal Extra, bem como, vários outros grandes jornais como e como também centenas de Blogs e Websites. Com a divulgação e a
polêmica criada se g0y era ou não era gay, a repercussão fez saltar de 50
membros no grupo do facebook para os atuais 3 mil membros isso no grupo
Espaço g0y e apoiadores. A página do facebook do Movimento g0y Brasil hoje
também conta com mais de 2mil seguidores.
O primeiro local/espaço a aceitar os g0ys foi o clube de swing - RanchoHedônia no Maranhão, havendo também vários encontros isolados e de grupos de
amigos, até que agora há encontros mensais e um projeto que mistura o pessoal da Confraria Heterogoy de SP com os casais de Swing em um projeto aqui mais aberto do Puroflex, agregando
a filosofia g0y aos swingueiros de sampa, e permitindo que o comportamento
heterogoy seja visível e aceito também dentro desse meio, que hoje aceita
apenas o bi-feminino como normal. E o masculino tem que ficar às escondidas.
E, eh isso, assim aqui estamos
nós, nesse blog também fazendo parte desse movimento, que é silencioso, é um movimento de revolução comportamental e de reflexão conceitual e de atitude masculina de preservação e consciência sem discriminar outras vertentes ou variações, mas querendo também garantir o nosso espaço de expressão.
sábado, 5 de agosto de 2017
quinta-feira, 6 de julho de 2017
A Psicologia reconhece o g0y como uma identidade homoafetiva e não homossexual.
A Revista Psicología Conocimiento y Sociedad do Uruguay, acabou de publicar o artigo acadêmico no qual se reconhece o g0y (homoafetivo) como sendo uma identidade diferenciada do gay (homossexual).
No artigo também trabalha-se com o heterogoy sendo uma interface entre o mundo heterossexual e o mundo do homoerotismo (não bissexual total) sendo, portanto, um mundo intermediário por excelência.
Vele muito a pena a leitura, para estudantes, pesquisadores, professores e claro para pessoas em geral que pretendam a aprofundar o tema:
Link para acesso: (trabalho completo) http://revista.psico.edu.uy/index.php/revpsicologia/article/view/305
NOTA: O PDF está em português!
quinta-feira, 1 de junho de 2017
Novidades em São Paulo
Enquanto outras cidades do Brasil e do mundo já possuem estabelecimentos g0ys - onde só entram cadastrados para garantir a entrada de pessoas com perfil minimamente adequado... ou pelo menos simpatizantes. São Paulo até agora estava fora desse circuito.
Estava não está mais!
Um promoter do ramo do Swing Hetero promete uma festa Swing Heterogoy pelo menos uma vez por mês. Havendo também conforme consta no site, o projeto de PuB gØy em breve.
Se mora em São Paulo ou região Entenda e Participe!
(Foto ilustrativa do local do evento).
(Foto ilustrativa do local do evento).
Mais informações:
terça-feira, 9 de maio de 2017
Mulher e Solteira? Jamais!
Essa pesquisa não tem cunho científico, mas de qualquer dá um panorama geral, foi realizada no segundo semestre do ano de 2014.
Durante a Copa do Mundo em junho do ano passado, alguns alunos do curso de Sociologia, cumprindo atividades de uma disciplina de métodos de pesquisa, foram à Rodoviária do Plano Piloto em Brasília e coletaram informações de 330 mulheres que passavam pelo local.
Um desses alunos, acompanhava o blog Somos G0ys e resolveu os encaminhar os resultados, para discussão dos leitores. Republicamos os resultados aqui nesse momento.
A questão era as mulheres fazerem uma escolha forçada (algo como, se os héteros tradicionais, não existissem mais no mundo, como elas iriam se virar...).
Diante das alternativas abaixo: Qual seria a sua opção?
Somente 25 mulheres (7% das entrevistadas) afirmaram que diante da lista apresentada, prefeririam ficar solteiras.
Das opções apresentadas os metrossexuais foram os campeões de rejeição entre as mulheres.
Das opções apresentadas os metrossexuais foram os campeões de rejeição entre as mulheres.
Em termos de preferência aparentemente as mulheres prefeririam um hétero não masculinizado (cara afeminado não gay) ou até mesmo um homem passivo, do que ter que namorar com um homem que fosse muito vaidoso.
Um outro dado curioso - 69% das entrevistadas não conheciam ainda o termo g0y na época.
35% das entrevistadas não sabiam o que seria um metrossexual.
18% das entrevistadas não sabiam o que seria um bissexual ativo (ou seja, para elas, o bissexual encontrava-se vinculado à imagem do papel passivo).
Assim que a entrevistada o solicitava, os alunos tiveram que explicar nesses casos o que é cada um respectivos termos; eis o resultado:
Um dado para nós heteros liberais, g0ys e afins que foi bastante interessante, é essa não rejeição (35%) que em relação aos g0ys sobe bastante considerando-se as mulheres com menos de 25 anos. Nesta faixa etária 48% afirmaram que namorariam sim com um homem g0y, sem problemas...
Lendo esses resultados, o engraçado é que especulando, achamos que se fosse feito a dois ou três anos tempo atrás, a rejeição com os g0ys seria bem maior
(Ou será que estamos falando besteira?... Acho que não...).
As coisas começam a mudar...
A pesquisa, que na verdade tem mais uma cara de enquete, foi apenas um exercício para aprendizagem acadêmica de coleta e de tratamento de dados e como dito em função do método assistemático, não tem cunho científico.
Mas a ideia é ótima e seria interessante ser replicada e ter-se um levantamento ou enquete semelhante em sites/revistas femininas. Porque não?
quarta-feira, 19 de abril de 2017
Esclarecendo Dúvidas sobre Levítico e as Leis do Povo Hebreu
O post aqui sobre a conhecida passagem de Levíticos 18:22 - Link:
http://brasilgzeroy.blogspot.com.br/2017/01/leviticos-1822-afinal-o-que-ele-quer.html gerou muitos dúvidas segue um esclarecimento adicional.
Diversos leitores ficaram "zonzos" com a possibilidade de (nova?) interpretação. Mas vamos lá: Como se chega à conclusão que o povo hebreu abolinava o homossexualismo masculino, mas tolerava o homoerotismo intermanculino. Levítico ou Levíticos é um Livro do pentateuco, cuja autoria é atribuída à Tribo de Levi e traz uma série de norma de conduta do povo Hebreu. A leitura que permite essa visão nem sequer é tão complexa, basta um raciocínio lógico, pegando-se por exemplo as 3 leis mosaicas (ou mitzvah) específicas para as relações intermasculinas.
Originais:
Ló Tassês
שנ שֶׁלֹּא לִשְׁכַּב עִם זָכָר, שֶׁנֶּאֱמָר "וְאֶת-זָכָר--לֹא תִשְׁכַּב" (ויקרא יח,כב). 350
- justo a que se encontra em Levítico 18:22, mas existem mais duas leis proibitivas:
351 שנא שֶׁלֹּא לְגַלּוֹת עֶרְוַת הָאָב עַצְמוֹ, שֶׁנֶּאֱמָר "עֶרְוַת אָבִיךָ . . . לֹא תְגַלֵּה"
352 שנב שֶׁלֹּא לְגַלּוֹת עֶרְוַת אֲחִי הָאָב עַצְמוֹ, שֶׁנֶּאֱמָר "עֶרְוַת אֲחִי-אָבִיךָ, לֹא תְגַלֵּה"
Já sentiram que a tradução não eh tarefa fácil, mas vamos às tracuções mais comuns:
350. É proibido um homem relacionar-se carnalmente com outro macho (Isso é uma abominação!)
351. É proibido um homem descobrir a nudez do seu pai
352. É proibido um homem relacionar-se intimamente descobrindo a nudez do irmão de seu pai
PRONTO! A Lei de Levítico 18:22 (ou seja, Ló Tassê 350) em combinado com a 351 (trecho em Levítico 18:14) e com a 352 (que teólogos enxergam subentendida em Lev 18:6), em combinado, ou seja cruzando-se uma com a outra chega-se a esse raciocínio:
Se não pode com o pai e com os tios - significa que pode com os demais, CALMA! Desde que não fira a Lei Central - Levítico 18:22 ou no mesmo teor a Ló Tassê 350.
Se não pode com o pai e com os tios - significa que pode com os demais, CALMA! Desde que não fira a Lei Central - Levítico 18:22 ou no mesmo teor a Ló Tassê 350.
Agora em uma tradução mais livre vamos transliterar para um português mais claro:
350. Um macho não deve copular com outro macho.
351. Um macho não deve ter relações homoeróticas com o seu próprio pai
352. Um macho também não deve relacionar-se intimamente com os seus tios.
Espero ter contribuido.
quarta-feira, 15 de março de 2017
Filme Holandês que retrata drama g0y adolescente
J0ngen/Boys", de Mischa Kamp (2014) é um drama holandês, sobre a descoberta da sexualidade de um adolescente de
15 anos.
Sieger é um jovem atleta, que treina com seu amigo Eddy para uma maratona olímpica na cidade. Eles flertam com meninas e curtem a vida numa boa. A chegada de um garoto, Marc, que fará dupla com Sieger, irá abalar a sua estrutura emocional. Marc é gay, e ambos sentem uma atração muito forte, apesar de Sieger não ser homossexual.
Sieger é um jovem atleta, que treina com seu amigo Eddy para uma maratona olímpica na cidade. Eles flertam com meninas e curtem a vida numa boa. A chegada de um garoto, Marc, que fará dupla com Sieger, irá abalar a sua estrutura emocional. Marc é gay, e ambos sentem uma atração muito forte, apesar de Sieger não ser homossexual.
Mas Sieger sabe que nesse meio esportivo o
preconceito é muito grande, e há a pressão de seus amigos e seu pai para
que ele vença o campeonato, ele tem medo que uma amizade em clima de bromance com um amigo não hétero, possa trazer complicações. Ao contrário do exemplo de Brokeback dos EUA e Free Fall da Alemanha, que mostram possíveis relacionamento entre g0ys. J0ngens cai no velho esquema heterog0y envolvendo-se com um gay e nesse percusso o filme caminha infelizmente,
cheio de clichês, ou seja, trata-se de um filme que fala sobre a descoberta da
sexualidade, que tenta ser moderno abordando a temática g-zero-y, mas que possui os mesmos ingredientes de filmes precedentes, ou seja, repressão familiar, amigos
homofóbicos, algum evento que impede que a pessoa assuma sua
sexualidade, garota que fica dando em cima... tem tudo isso e claro, mais
a questão estética: muita câmera lenta nos momentos românticos, onde o bromance ganha a tônica. Para o público geral, trata-se de um bom filme mesmo que óbvio e sem novidades, mas para o público g-zero-y, deixa muito a desejar, em nenhum momento por exemplo, há alguma discussão ou indução de que o envolvimento entre Marc e Siegger, caso se concretizasse, seria somente uma profunda relação de afeto, mas sem sexo anal.
Tudo tem que ser inferido, e não há como garantir que haja entendimento e provavelmente grande parte do público não entenda que não se trata de namoro, mas sim uma situação de compreensão e amizade (ou seja bromance).
Tudo tem que ser inferido, e não há como garantir que haja entendimento e provavelmente grande parte do público não entenda que não se trata de namoro, mas sim uma situação de compreensão e amizade (ou seja bromance).
PS: Aqui no Brasil, o filme já está sendo exibido em festivais LGBTs e com aquela ideia subjacente de que eles "seriam gays" em fase de dúvida... Aff.
Assinar:
Postagens (Atom)







